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Você precisa mesmo de dados?

As organizações focadas em gerenciar e analisar os seus dados para a tomada de decisões têm 23 vezes mais chances de conquistar clientes quando comparadas às que ainda seguem os caminhos tradicionais de coleta, análise e desenvolvimento de estratégias baseadas em informações de qualidade.

A projeção é do Mckinsey Global Institute, uma das principais consultorias de negócios do planeta.


A estatística, confirmada por outras consultorias internacionais, devem ser consideradas atentamente por empresários e executivos no atual cenário de alta complexidade e competição crescente nos mercados. A conscientização sobre a importância estratégica dos dados alcança um maior número de gestores, que estão percebendo a necessidade de sair da teoria e adotar a prática na gestão estratégica de informações.


Graças a crescente transformação digital dos negócios e empresas, temos mais abundância de dados do que nunca, ajudando os tomadores de decisão de maneiras que poucos imaginariam há pouco mais de uma década.

Transformações impactantes

É natural que você questione: o que muda agora? Afinal as análises de dados existem há bastante tempo na gestão de empresas, finanças, nas vendas e na produção.


  • O que a ciência de dados acrescenta aos processos de análise e de tomada de decisões estratégicas?

  • Como a inteligência artificial ajuda a entender melhor os dados?

  • Como isso de fato modifica o nosso dia a dia em termos de tomada de decisão na empresa?

  • Por que isso é importante?

A evolução do tratamento médico


Para responder as perguntas, vamos fazer uma comparação com a evolução da rotina de diagnóstico de doenças humanas.


No início do século passado, os exames de um médico dependia da habilidade de apalpar os órgãos de um paciente para identificar alguma anomalia. Assim como da anamnese, a entrevista em que a pessoa descreve o que sente.


Os melhores clínicos conseguiam fazer toda a diferença, dependendo de habilidades específicas e poucos dados. A evolução da medicina foi, na verdade, viabilizada por novas fontes de informações. Com o passar do tempo, o profissional passou a ter mais dados sobre o que estava acontecendo no corpo, com exames de sangue, análise de imagens, radiografias e tomografias, entre outros recursos cada vez mais precisos.


Hoje é praticamente impossível imaginar algum médico tomando decisões sobre um quadro clínico sem trazer um pouco mais desses dados sobre o que está acontecendo no corpo para definir o melhor diagnóstico. Mesmo que não se trate apenas de dados, mas também de escutar o paciente, não é mais possível se fazer medicina sem dados.


Evolução nas empresas


Algo semelhante está acontecendo nesse momento no ambiente empresarial. Ainda hoje, o modelo predominante fornece análises financeiras e de vendas limitadas de alguma forma. Como se as empresas ainda estivessem utilizando microscópios mecânicos de meados do século passado.


Hoje, com o salto tecnológico, há maior acesso aos detalhes que eram imperceptíveis nos sistemas tradicionais de levantamento e análise de dados e geração de informações. A estrutura de visualização, baseada em sistemas digitais, tem poder para identificar pequenos sinais.


“Os novos recursos tecnológicos, big data e Inteligência Artificial, indicam como a empresa gera receita. Conseguimos olhar em detalhe a interconexão das engrenagens das operações do negócio, graças à análise aprofundada das operações a partir de um volume enorme de dados”. Arian - Founder e CEO DdF.


Diferenciação


Estamos vendo os tempos em que o registro e a geração de indicadores em planilhas eletrônicas não são mais suficientes. Na rotina que vai ficando no passado, empresas definiam estratégias de crescimento a partir de critérios insuficientes. “Podemos crescer mais rápido do que estamos crescendo?”, diziam os executivos de alto escalão.


Mais como um desejo do que como uma conclusão bem fundamentada. As equipes de vendas viviam a angústia de alcançar metas apenas advinhando uma possível estratégia. A eles cabia responder as perguntas:


  • Como que de fato a gente vai fazer para crescer?

  • Como que a gente consegue entrar nessa operação de vendas e entender melhor onde estão as oportunidades?

  • Como e para onde dirigir projetos de expansão?

  • Com os dados disponíveis, como ainda é possível descobrir o que iremos fazer de diferente com os nossos clientes e para adquirir novos clientes?


Discovery: muitos dados, inteligência artificial e machine learning


Respostas passam pela constatação de que sistemas baseados em inteligência artificial e machine learning ampliam as descobertas sobre as alavancas que geram receita no sistema. Por exemplo, é possível entender quem são os clientes e porque alguns deixando de comprar comigo (churn). Qual é meu segmento mais rentável. Qual o meu melhor produto/serviço para colocarmos o esforço de vendas.


  • Quais as principais características dos clientes (profile)?

  • Quais trazem mais valor para o meu negócio?

  • Para quem é possível dar descontos ou fazer estratégias diferenciadas?

  • Qual será nossa próxima melhor ação para trazer mais vendas?

  • Qual nossa estratégia de preço ótimo?


Uma base favorece a eficiência da ciência de marketing. A plataforma Discovery possibilita uma análise mais aprofundada das operações que podem gerar maior retenção e fidelização do cliente, e aprofunda as oportunidades de venda.


Mais que um CRM ou mesmo um BI, a Discovery torna possível para qualquer empresa dar sentido e valor aos seus dados. Dados são necessários para a melhor compreensão dos acontecimentos e a geração de informações para a definição de estratégias empresariais. Aprimora o foco nos melhores indicadores sobre as operações, assim como um GPS, eles se tornam um norte para melhorar as vendas.


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